terça-feira, 17 de novembro de 2015

pbn

O que é u ma Rede Blog privada ou PBN?

A rede de blo  g privado (PBN) é um conj unto de do mínios que você ou outro indi víduo possui. É pos sível ter um PBN consi stindo de blogs gra tuitos, como wordpress.com, tumbr.com, ou livejournal.com. Norma lmente, os do mínios de blog grat uito não tem ta n to poder como auto blogs hos pedados.
Para essa conv ersa, va m os consid erar plat aformas não-livres de blog que são auto hosped ados.


Na ma ioria dos ca sos, um PB N é const ituído a partir de domínios expirados. U m domínio expirado é um do m ínio que foi pro priedade de uma só vez e tinha conteúdo - o site foi v ivido e email marketing do web master cui dou do site. Na ver dade, o web master pr ovav  elmente criou um site bo m que atraiu visitantes e ainda teve outr os sites li nk pa ra o dom ínio. Ótimo!
QUER SAB ER COMO CRIAR UMA PBN CLIQUE AQUI
Por qual qu er m otivo, o webmaster d ec idiu que ele ou ela não qu er possuir o domínio mais, e de ix ar que o Regist ro de dom ínio expirar. Qu ando um domínio não é registrado, qua lq uer pessoa pode com prá-lo para a taxa de registo nor mal, normalm ente cerca de US $ 10 - $ 15 dólares amer icanos. criar um blog
Em contr aste, co stu mava haver algu mas público redes de blogs (como BuildMyRank e LinkVana)  no pré-Pe g uin e pré-Panda mundo. As redes públicas permitia a qu alquer um com pr ar links ou me nsagens de clientes.No início de 2012, o Go og le decidiu deindex links de algumas redes de blogs públicos. Deindex ing as redes rem o vid os qualquer valor fornecido pelos backlinks para websites. Es tas re d es de blo gs pú blicos, eram fáceis de identificar e d ein dex desde que er am aces síveis a to dos (daí, a importância de uma privada re de de blogs). 
A PBN é pode ros a po rque você contro lar o cont eúdo e você controla as ligações dentro do domínioIsso si gn ifica que você pode criar ou alterar o conteúdo de modo qu e se refere e sp ecifi camente ao se u nic ho. Ain da mais importante é que vo cê pod e criar, curso artesanatoal terar o texto ânc ora com links para seu site. (Texto ân cora é o texto que ap arece como um hyperlink - é o que você cli car para ir para out ro site.)
Além disso, um dom  ínio ex pirado é provável que pa  ssar ao longo de uma boa quan tidade de suco de link para qu alquer site com um link a partir dele.Suco de ligação pode s er pen sado como o poder de cla ssificação(moz.com  referência.) - Assim um do mínio expi rado pode passar mais po der no ranking do que um novo domínio P or que um dom ínio expirou passar mais suco de link de um novo domínio? Porque um d o mínio expi  rou tem mais autoridade.
Há duas raz ões princ ipa is pelas quais domínios exp irados passam mais suco link. A prime ira e me nos im por  tante razão é que o Google coloca algum valor da idade do do mínio. Se vo cê puder enco ntrar um dom ínio expirado que tem sido em torno desde 20 08, es  nio cria do em 2014.



Mental

Escolha os seus compor tamentos reativos. Como uma cri ança que é di to para pensar, se comportar e de ad otar de te rminados siste mas de crenças que mui tas vezes moldar o tipo de pes soa vo cê s e torna. Alg uns medos e insegur anças que você desenvolveu também po de ser co ncr etizada em sua vida adulta. reprogramação

Muitas veze s, fic a mos pr e sos em pad rões de ação-reação, não percebendo que poderíamos int erp retar a s itu ação e rea gir de várias maneiras. Quando você tem uma reação negati va, es ta é uma opor tunid ade para ava liá-la. Se algo enfurece você, por quê? Será que outr as pes soas qu e voc ê conhece rea gem da mesma forma? Como é que eles reag unte-se por que você rea ge desta forma. Você es tá recebe ndo alguma coisa com iss
o? O que é uma m a eira você poderia reagir ao invés? Esco lha a desenv olver seus pró prios pad rões d e pen sa mento e crenças que so am verda deiras para quem voc ê real ente é, quer ser, e est ão tra balha ndo ativamente para.

Desenv olv er no vos pensam entos para criar esses novos hábitos positivos.Você identificou s eus pensa m entos ruins, você já pa rou-los, e você substituiu-os com bons. Ag ora vo cê só tem qu e ser pers istente e repetir es tes novos pens  amentos o mais rápido possível. E le vai to rnar-se hábito, assim como seus pensam entos antigos se tornou hábito. En q uanto você ficar aten tos e pensar que é possível, iss o vai acontecer.Isso é o que o cér ebro faz.



  • Você po de ac h ar que ele ajuda a m an ter um diário, meditar e falar sobre essa prática com seus en tes quer idos. Faz to d o este pro cesso mais concreto, tangível, e uma pa rte de su  a vid a - e não apenas um capr icho louco você tem de vez em quando, qua ndo você se lem bra. Você pro vavelmente vai des cobrir que outras pes soas são inspi radas por determ inação e dese jo de imitar a sua dedicação ao a uto-aperfeiço am ento.
5
Esteja con sc iente das pala vras que vo cê usa em sua mente eo que você diz para os outros. Suas pa la vras pode  m feri r as pessoas - inclu sive você - e isso só pode ter um imp acto neg ativo sobre si mesmo e seus comportam  entos e pensamentos resultantes. Se e les par ecem sur gir, diga-se de p  arar. Simplesmente pare. Desviar a sua atenção para al go mais pos itivo que ma ntém vo  cê na pista.

  • Se você exp ress ar posi tivi dade e amor, que é o que você vai receber em troca.Bene ficia todos e cri a b oa ene rgia. Se você vai pensar em algo é impossível, ele prova velmente vai ser. Se v oc ê abr ir a sua mente e ac ho que você é capaz de qual 

  • Às ve z es, tod os nós fi car pre so jogando fitas em nossa menteEssa fita poderá dizer: "Eu sou feio", ou "E u so u inú til", ou "Est ou deprimido", ou qual quer número de coisas inúteis. Hit pa rada em q ue a fita e col ocar em um novo. O q ue isso quer dizer? Não é uma luf a da de ar fresco? Sempre ser consc iente de que a fita e se ele desliza para tr ás em E le mbre-se:. Você se mpre pode levá-lo para fo ra.

fazer biju

Obter idéias. Ao pro jetar suas pr óp rias jóias, prim eiro você deseja obter idéias.Isso vai ajudar você a pe nsar so bre que as pec tos d o  projeto s ão mais importantes para você eo que melhor ate nder às su as nec essidades.
  • Olhe pa ra a su a col eção. Olhe pa ra a su a própria jóia, comprado ou feito por outros. Você pode r ec riar ou ter idéias a pa rtir de aspe ctos de peças que você já possui e gosta. Talv ez vo cê g o sta de um deter minado tipo de talão ou fecho ou a combinação de cores. Vo cê ta mb ém vai querer o lh ar pa ra sua própria coleção para avaliar se há um ti p o de jóias que você pode precisar. Procure por buracos em s ua coleção, co mo a f alta de peç as ca su ais para o uso diário, e pensar sobre o que vo cê pod e fazer para pre encher essa ne ce ssidade.
  • Olhe para lojas. Ir par a lojas que se es pe cializam em jóias, como Cla ire, ou grandes lojas com departam e ntos de jóias, como M acy, p ara obter idéias so bre o que você pode querer fazer. A gra n de varie dade de lojas co mo estes lhe permitirá obt er mais idéias, bem co mo a ju dá-lo a ficar à fr en te das tendências da moda.
  • Olhe p ra os out ros. Você po de olhar pa ra as jóias seus amigos têm, o que você vê em revistas e na inte rn et, e que suas celebr idades favoritas estão vestindo.Pen se sob  re o que você gos ta sobre o seu j óias e peças que você realmente gos taria de ter par a si m esmo.
  • Olhe par a p eças vi nta ge. Ao ol har para peças vin tage e da história da joalheria, você pode v er um g ra nde nú mero de e st ilos com muita facilidade. Examine o que aspectos das pe ças v int age que você g o staria de obter idéias para elementos de de sign que você gosta r ia de imitar.


Decida seus mat eriais. Dep ois de ter de c idido sobre os aspectos de design que você mais gosta e quais são suas ne ces sida des e des ejos são, você vai querer decidir quais os materiais são me lh ores para vo cê. Algu mas es colhas de material será baseada no gosto, alguns sobre a disp onibi lidade e outros em n ec essidade.
  • Metais. Met ais irá no rm alm ente ser utilizado sob a forma de arames, correntes e anéis, para unir os o utr os ele m entos da peça de jóias. O ti po de metal utilizado vai depender do q ue es tá a ser usa do, bem como o gosto pes soal. Por exemplo, metais macios são m elh ores pa ra a do bra e deve ser usado quando você precisa criar loops. Sej a ou n ão esse m e tal é ouro ou cobre, no ent anto, é se a preferência pes soal.
  • Out ros materiais ta mb ém pode m ser usados, dep endendo do ol har que você está ten tan do alc iais al  tern ativos como m adeira, resina, plástico, fio e outras fontes me nos comuns.

  • Pedras. Vo cê po de qu e rer usar pedras ou pedr as preciosas na criação de suas jóias, especialm  ente se v o cê estiver faz endo pingentes e anéis. Escolha a sua pedra em grande parte co m ba se no gos to pessoal, mas esteja ciente de que algumas pe d ras são ma is c aros do que outros. Você também pode querer usar pedras fa lsas, a fim de ec ono mizar di nheiro. A o escolher as cores, tente escolher aquel es que imita m a su a cor na tu ral do olho ou s e en ca ixam bem com o seu guarda-rou pa. Isso fará com qu e su a jóia se destacar e mo strar o seu design marav ilh oso.


yoga emagrece

O edifício da aut ocultura que con duz finalmente à iluminação, sustenta-se sobre três pilares:
-Formação do caráter;
-Upasana (devoção, ado ração, lite ralmente sentar-se perto;
- Yoga
-

Os dois pri meiros pilares tra tam da preparação que deve preceder a entrada na senda do Yoga.

Não é des ejável que uma pes soa comum, absorvida pela vida mundana, mergulhe subitamente na prática reg ular do Yoga superior. A dif erença tão drástica entre os dois modos de vida provocaria uma reação vio lenta na mente do aspi rante.
Período pre paratório à neces sidade imperiosa

A con tribuição da Índia para a hum anidade sempre foi na esfera da vida espiritual.
Sua maior contr ibuição para a filo sofia e religião é a idéia central de que somos essencialmente divinos em nossa natu reza ínti ma e que podemos superar nossas ilusões e limitações por meio da realização dessa es sência divina.
São parte int egrante da filos  ofia e religião hindu: yoga emagrece
- A sobrevivência da personalidade após a morte física;
- A exist ência de mundos suprafísicos;
- A divind ade do homem;
- A poss ibilidade de atingir a perfeição

E a filosofia hindu nos diz mais. Diz que é pos sível con hecer a verdade das verdades (a divindade do homem e sua iden tidade com a Div indade maior) pela experiência direta, aqui e agora, de um modo tão real qua nto o que assoc iamos ao mundo exterior.
A técnica da au to-rea lização não foi desenvolvida tão sistematicamente e praticada tão intensamente qua nto na Índia.
Os métodos ad otados foram expe rimentados por milhares de anos por grande número de santos, sábios e ocultistas que exp loraram os dom ínios mais profundos da mente e da consciência.
O conjunto maravilhoso de conh ecimentos, teóricos e práticos, uma tradição de múltiplas técnicas daqueles grandes s eres se tor nou o chamado YOGA.

Ciência Sagrada que rev ela tod os os prof undos segredos da natureza e do universo, as verdades da vida interior, a rea lidade do Div ino dentro do homem.
Esse conheci mento e essa téc nica é a mais valiosa contribuição da Índia ao pensamento mundial e ao pro gresso da hum anidade.
Yoga implica a expl oração de vários reinos internos da mente e da consciência pelo indivíduo por meio de seus pró prios esf orços.
Assim, algumas das verd ades descobertas pela experiência direta possuem natureza tão transcend ente que é imp ossível serem transmitidas por meio de palavras.
Port anto,  a maior parte da técnica não pode ser apresentada claramente na forma de um sistema rígido.

Em seu aspecto mais profu ndo se mpre pe rmanecerá nas mãos de pequeno número de Adeptos já realizados nessa arte.
Ainda que em número peq ueno tais Ad eptos garantem a continuidade da transmissão do Yoga.
Mas  t al conhecimento jam ais pode ser comprado, por preço algum. Só os realmente prepara dos recebem as ins  eiam transmitir seus conhecimentos ao maior número de pessoas em condições.

Historia aermodelismo

APRESENTAÇÃO
Este é apenas um mat erial didá tico para ser utilizado na disciplina de História da Aviação, considerando o aspecto do des envolvimento do transporte aéreo no Brasil. Portanto, não é um livro de História e nem sequer um re gistro de me mória. Para ter alguma lógica em sua maior parte segue uma ordem cronológica, evide nciando os acon tecimentos que mais influíram no progresso da aviação de transporte no país. E, para me lhor comp reensão, é preciso primeiro contextualizá-lo no curso da História Mu ndial. Por isto, an tes é visto seu início, evolução e aplicação aos meios econômicos no mundo, u ma vez que ele e as telecomunicações são os suportes do processo de globalização em curso. E, de pois, vê-se a su a atuação na economia brasileira no correr do tempo.
O SO NHO DE VOAR EXPRESSA O DESEJO DE LIBERDADE
A mito logia gre ga co nta que Dédalo, por ter matado Talo, foi preso junto com seu filho no labirinto. Então, constr uiu as as artificiais, juntando penas de gaivota com cera do mel de abelhas. Assim, conse guiram fugir. Antes, alert ou o filho para não voar muito perto do Sol, pois a cera das asas poderia derreter co m o calor, e ne m muito perto do mar porque as asas ficariam mais pesadas. O jovem Ícaro, por ém, não aten deu os con selhos do pai e, querendo realizar o sonho de ir mais alto, subiu e suas asas se desfiz eram e ele desp encou no mar Egeu, enquanto que seu pai, aos prantos, voou rumo à costa, cheg ando a salvo. Estra nhamente, sempre se reverencia o jovem Ícaro, que errou, e não Dédalo, o planeja dor, projetista, orient ador e zeloso da segurança.
DO  MITO  À  REALIDADE
O ser hu mano sem pre tentou realizar o sonho de voar para alcançar um grau de liberdade que as limitações de seu corpo lhe impõem. Tran spor mon tanhas, cursos d’água, florestas e evitar várias dificuldades naturais eram idealizações humanas desper tadas quando apreciava o vôo dos pássaros e via como superavam tudo que lhes obstruía o cami nho. Voar significa vencer a força da gravidade, afastar-se do ca mpo de atr ação do planeta e, ass im, poder percorrer os espaços, vencendo facilmente os obs táculos da natureza. aviação
Já na Ant iguidade algu mas tentativas foram feitas, por exemplo, com pipas, na China. Na Idade Média o estudioso Leo nardo Da Vinci desenvolveu teorias sobre o vôo, observando como os pássaros o realizavam. Por ém, todos os estu dos e as tentativas de concretizá-lo frustravam-se pela falta de tecnologia capaz de torná-lo real. Som ente na Idade Moderna (Século XIX) que foram desenvolvidas tecnologias sufici entes que possibili taram projetar e construir máquinas voadoras, possibilitando o homem final mente alçar aos céus.


LEONARDO  DA  VINCI

Conv ém co mentar um pouco sobre Leonardo Da Vinci, uma vez que ele realizou os primeiros estudos rela tivos ao vôo com algu ma base científica – observação de fatos da natureza e tentativa de aplicá-los ao cotid iano da Human idade. Leonardo di Ser Piero da Vinci nasceu em 1452 em Anchiano (média Itália), foi arti sta, poeta, mate mático, arquiteto, engenheiro militar. Trabalhou com matemática, perspectiva, ótica, mecânica, bal ística, fortificações, hidráulica e astronomia. Na área têxtil desenhou um fuso móvel, um disp ositivo par a tornos e um conjunto automatizado de rosca e parafuso. Começou a análise dos movi mentos e via na força da água um propulsor de máquinas, crendo que seu deslocamento era a cha ve da vi da no mundo. fabricar um aeromodelo  Entendia a matemática como o meio do homem se rela cionar co m a natureza. Um dos estudos mais interessantes que fez foi a idealização de uma má quina que vo asse, usando como modelo as asas do morcego, preocupando-se com a sustenta bilidade e com a direci onalidade. Faleceu em Amboise em 1519, deixando muitas anotações de seus est udos e que fica ram perdidas por longo tempo. Recentemente foram descobertas e, daí então, perce beu-se o quanto aquele gênio do Renascimento estava avançado em relação ao seu tempo. Som ente 20 0 anos depois de sua existência haveriam estudos compleme ntares aos s eus sobre o vôo com exp eriências práticas que o realizassem. aviões

bolsa

DESMISTIFICANDO
A

A maior corr etora independente do Brasil e a maior de 2010.

60.000 clien tes em 140 escritórios, entre filiais e afiliados
Custódia s uperior a R$ 2 bi
Volume Bov espa: R$ 10 Bi/mês
Volume B MF: R$ 3,1 Bi/mês
Acredita mos na criação e capacitação do mercado (formação de novos investidores)
E Nas cer rico
 E Cas ar com alguém rico
 E Ter um ta lento especial (Ronaldinho)
 E Ganhar n a mega-sena
 E Econom izar dinheiro todos meses e investir corretamente
Acum ular recur sos inteligentemente significa ter disciplina e planejamento bem como conhecer investimentos.
 C No s EUA muitas famílias têm suas economias em ações.
C Mais de 50% dos americanos investem em Bolsas, representando 60% da po upança a mericana.
Principal motivo
Possibilidade de
AL TO RETORNO NO LONGO PRAZO!
C População brasileira, se gundo último censo (2007): 183.987.291
C Número de CPF´s na BOVESPA em Janeiro de 2010: 556.830
Percen tual da população que investe na Bolsa: 0,30%
GRANDE P OTENCIAL DE CRESCIMENTO A MÉDIO/LONGO PRAZO!

 qPor que o mercado sobe?
A Porque t em mais gente querendo comprar
    pressão co mpradora
A
qPor q ue o mercado cai?
A Porq ue tem mais gente querendo vender
   forç a vendedora
q
qSi mples assim, mas em
   alg uns momentos as
   pes soas esquecem disso.
P Li  que o Bradesco vai anunciar lucro recorde
qCo mprei a ação e ela caiu!
q
P Me der am uma “dica quente’’ que a Vivo vai anunciar prejuízo
qV ndi minhas ações e elas subiram!
q
T Resultado = compra na alta e vende na      baixa
Æ O nde errei?
q
qNã o adianta eu “achar’’ – o que importa é o que a maioria acha.
qNo cur to prazo o mercado não tem lógica - não é possível mensurar a influência emocional no curto prazo
q
c Conc lusões
qnã o operar por notícias
qte r uma estratégia e executá-la

Estra tégia Fundamentalista
q
qCom prar participações em empresas;
qPoss uir uma visão de médio e longo prazo;
qA em presa precisa mostrar seus resultados para que a ação se valorize;
qAna lisar o balanço da empresa, participação de mercado, investimentos, etc;
qN ão se importam com variações de curto prazo - Quando a ação cai eles compram mais;
qVe nde quando as perspectivas sobres as empresas pioram.
n>
ØU ma tendência de alta pode acabar quando a força dos vendedores sobrepuja a dos compradores, demonstrando assim o conceito de Resistência.
Ø
ØJá o con ceito de Suporte aparece quando os compradores se igualam ou preva lecem sobre os vendedores.
Ø
ØTo pos são zonas de resistências e fundos zonas de suporte.

qLo ng & Short
qCo mpra com seguro
qVe nda com seguro
qO p erações estruturadas com opções
qHe dge
qDerivativos agrícolas
qSp read call collar
qÍnd ice futuro e dólar

Projeto musica tocar

JUSTIFICATIVA
 
A presença da m úsica na edu cação dos alunos é de funda mental importância, pois a mesma contribui para o enriqu ecim ento do ensino. Neste contexto, iremos através do fazer musical desenvolver nas cri anças a sen ibilidade, a perc epção, a obse rvação, a criatividade e a auto-estima. cantar e tocar

Portanto, a utiliz aç ão da mú sica to ma-se relevante porque trabalha conteúdos e conceitos de uma forma lúdica, permi tindo a fan tasi a, mo mentos esses que as crianças curtem e gostam, fazendo com que a ap re ndizagem aco nt eça de u  ma forma muito mais prazerosa.De acordo com o pensa mento da ped agoga e espe cialista no ensino de música para crianças, Maria Lúcia Cruz Suzigan, "A Mús ica esti mula áreas d o cé rebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral". Ass im, rea lizar es se tip o de trabalho, ajuda a melhorar a sensibilidade dos alunos, a c apa cidade de conc entr ação e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabet ização e a o racioc ínio mat emático. tocar instrumento
Prom over a p artir da m úsica, a integração das crianças, dando-lhes oportunidades de expressar sensações, se nti mentos e pe ns  amentos, ampli ando assim seu conhecimento de mundo. como cantar bem



 
Ø  Mo ti var e inte grar as crianças através da música para cantar ;
Ø  Br inc ar com a música, imit ando, inventando e reproduzindo criações musicais;
Ø  Esti mu lar, atra vés da mú sica, a capacidade de execução das crianças, envolvendo os       movime ntos do cor po;
Ø  Edifi car a autoc on fiança nas crianças, através do fazer musical;
Ø  Des envo lver há bi tos de leitura a partir da utilização de músicas;
   Incen t ivar a pa rtir da música, a produção textual tocar guitarra

O dese nvolvi mento do Proje to consi ste em 03 (três) etapas distintas e sequenciais:
A pri meira se ref  ere a esc olha das músicas a serem trabalhadas. Posteriormente ocorrerá a 2ª Et apa, q ue se rá ouvir e cantar as músicas com os alunos em sala de aula. Por f im, após o an da mento des sa par te inicial ocorrerá a 3ª Etapa que será o mo m ento que os al unos vir ão à Sala de Tecno logia da Escola para produzir desenhos, confec ção de sli des represe ntando as letras das músicas ouvidas

RECURSOS
ØAparelho de  som;
ØData show;
ØCâmara digital;
ØComputadores da STE;
ØCD

A av ali ação do “Proj eto Música na Escola” irá oco rrer em todas as fases, desde seu início com os con tat os e sens ibil ização dos alunos, até a exec ução propriamente dita, que oco rrerá de ntro das unidade escolar. Na fase de imp lantação será verifi cada a aceitação do Pr ojeto pelo pú bl ico-alvo. Qu anto às demais metas, serão observ adas de forma co ntínua e após a exe cução, verifi cando-se assim o cumprimento dos objetiv os pro po stos. Os a lunos serão obse rvados durante todo o projeto através da observação do in teresse, parti cip ação, rea lização das atividades, orais, escritas e práticas.